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SAúDE

6 passos de mindfulness para seguir quando a imunidade baixa

Prestar atenção a todos os sinais atípicos do corpo pode auxiliar na recuperação

21 SET 2017 - 08h:43Por Redação

Você é dessas que quando está doente não consegue pensar em outra coisa além do mal-estar? Ou aquela que capricha no make, mascara os sintomas e segue a vida, sem nem dar ouvido aos sintomas? Nem uma atitude nem outra vai ajudar a enfrentar a fase de baixa imunidade.

A prática do mindfulness – que envolve atingir um estado de atenção plena por meio da meditação – também pode ser adaptada àquele período em que o organismo dá sinais claros de desconforto.

“Ouvir seu corpo e dedicar um momento para analisá-lo a fundo, parte por parte, sem julgamento, pode ajudar a combater o stress e entender melhor o que está se passando dentro de você”, disse Mark Bertin, médico especialista em pediatria de desenvolvimento, ao New York Times.

A seguir, seis passos para praticar o mindfulness durante um período doentinha e ajudar o corpo a melhorar.

1. Não ignore a doença. 

Fingir que está tudo ok e tentar suprimir os sintomas não faz bem. Aceite a situação, é assim que você está se sentindo. Lembre-se de que é temporário. Perceba como está seu estado mental sem ter pena de si. Procure a melhor versão possível da sua mente neste momento e desenvolva um senso de paciência e gentileza para com si própria.

2. Respire fundo.

 Devagar e continuamente, comece focando na sutileza dos movimentos que envolvem a respiração. Se a doença está tornando o próprio ato de respirar em algo difícil, considere mudar o foco. Observe, então, seus pés tocando o chão ou a parte de trás das suas pernas no colchão, se estiver deitada. Continue inalando e exalando ou refletindo sobre as sensações corporais por alguns minutos.

3. Perceba todos os sinais de desconforto.

Ao fazer isso, tente prestar atenção na experiência sem resistência, raiva ou julgamento. Cuidado para não se enganar e achar que já está bem, repare no que realmente se passa com você. Caso exista uma tensão junto com o desconforto, veja se é capaz de aliviá-la aos poucos a cada exalação. Comece, então, a focar em como você confortaria outra pessoa na sua situação.

4. Deseje o bem a si mesma. 

No mindfulness, normalmente, esses votos são ecoados com frases específicas como: “Que você seja feliz”, “Que você seja saudável”, “Que você se sinta segura” e “Que você viva com calma.” Livre de qualquer aspecto que force uma mudança específica em como você se sente, foque nesses autodesejos a cada respiração. “Que eu seja feliz”, “Que eu seja saudável”, “Que eu me sinta segura” e “Que eu viva com calma.”

5. Volte ao estado de atenção plena. 

Na hipótese desse exercício de compaixão ter levado a uma súplica por saúde imediata, apenas receba o sentimento com paciência e retorne ao mindfulness. Sempre que sua atenção mudar de rumo, volte às frases. Ou, se preferir, siga com a respiração e o foco na percepção do corpo.

6. Desapegue do desejo por uma cura instantânea. 

Crie consciência do mal-estar e do desejo de melhora, e coloque sua mente em um patamar saudável de equilíbrio.

(mdemulher)

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